Dengue: Doença segue preocupando autoridades sanitárias de Cornélio
Dengue: Doença segue preocupando autoridades sanitárias de Cornélio
Técnicos pedem o envolvimento da comunidade no trabalho de prevenção e combate do mosquito transmissor.
O avanço da dengue em Cornélio Procópio coloca a população em estado de alerta com um apelo das autoridades sanitárias para o envolvimento da comunidade no trabalho de prevenção e combate ao mosquito. Embora sob controle, situação se agravou bastante nos últimos dias com aumento substancial dos casos confirmados. Segundo levantamento da Vigilância Sanitária o município já tem 111 casos com a dengue e outros 377 notificados, isto é, casos suspeitos da doença.
Um dos problemas citados pelos técnicos da Vigilância continua sendo no Cemitério Municipal. Lá, segundo eles, é encontrado um grande número de criadouros do mosquito e o agravante é que a areia que é colocada nos vasos dos túmulos pelos funcionários para evitar o acúmulo de água e a conseqüente presença do mosquito é retirada pelas pessoas. Como tem chovido constantemente, o trabalho acaba fugindo do controle dos funcionários.
Outro ponto negativo é o lixo que constantemente é atirado pela população ao longo da via férrea. No sábado passado, em uma vistoria que as equipes Vigilância fizeram entre a Rua Santos Dumont, à altura da antiga Indusem, até a Avenida XV de Novembro, em sistema de mutirão, foi encontrada uma grande quantidade de larvas dentro de latas e outros lixos que estavam nesta área. “Esta é uma das situações em que as pessoas devem estar atentas e fazer a sua parte, eliminando os criadouros”, orienta a médica veterinária do departamento, Lucina Emanuela Pereira.
Enquanto isso, o trabalho de aplicação de inseticida através do sistema conhecido como Fumacê para o combate do mosquito continua sendo feito em toda a cidade. Um alerta dos técnicos da vigilância é de que as pessoas, ao notarem a presença dos aplicadores do veneno, mantenham abertas janelas e portas para atingir o inseto no interior da residência já que o produto é nocivo apenas ao mosquito, não fazendo mal algum ao ser humano.(Ataíde Cuqui)
Assessoria de Comunicação Social

