Virou moda - Mais dois prédios públicos do Paraná têm banheiros com paredes transparentes

Redação Anuncifácil

 

Em mais uma Operação realizada pela Polícia Militar Ambiental de Carlópolis,  no município de São José da Boa Vista, próximo a Corredeira Paulista, no Rio Jaguariaíva, a equipe da Operação Verão – Costa Norte, visando coibir crimes ambientais, principalmente a pesca predatória realizou diversas abordagens a pessoas, veículos e embarcações.

Neste trabalho localizou e prendeu oito pessoas em Flagrante Delito por crime ambiental.

Cinco homens  com idade entre 38 anos e 21 anos foram detidos no Município de Sengés,  dois homens com idade de 50 e 33 anos foram detidos no Município de Wenceslau Braz e um homem com 56anos de idade foi detido no Município de São José da Boa Vista.

Com os presos foram localizados e apreendidos oito molinetes,  três carretilhas, doze varas de pescar, sete samburás, sendo apreendida uma tarrafa de 02 metros de altura e malha de 03 centímetros alem de quinze quilos de peixes nativos em tamanho menor ao permitido em legislação e dentro do período de piracema, estes peixes principalmente das espécimes mandis e cascudos.

Esta pratica da pesca é considerada crime pela Lei nº 9605/98, (Lei de Crimes Ambientais).

A Polícia Militar Ambiental relembra que a pesca se encontra proibida por determinação Federal em conseqüência do período da Piracema, de acordo com a Instrução Normativa n° 25, do IBAMA, sua desobediência é considerada e tipificada como crime e o infrator localizado será preso em flagrante, alem do pagamento de multa e ter todo seu material de pesca apreendido.

Solicitamos o apoio da comunidade com denuncias anônimas através do telefone (043) 3566-2346 do Posto de Polícia Militar Ambiental de Carlópolis.

Estas ações de proteção ambiental continuam em toda a região operacional da Segunda Companhia do Batalhão de Policia Militar Ambiental (BPMA), conforme ordem direta de nosso comandante de Tenente Coronel Chehade Elias Geha, relembrando toda a sociedade, que todo cidadão pode ser um defensor da natureza e ajudar no combate ao crimes ambientais denunciando crimes ambientais a qualquer hora, em toda área da segunda companhia através do telefone (43) 3341-7733 em Londrina e região. (Fonte: Eliandro Piva)

Depois da polêmica dos banheiros 'transparentes' em um prédio público de Ponta Grossa, no Paraná, mais duas construções que podem ser usadas pela comunidade têm paredes de vidro. Em Marechal Cândido Rondon, no oeste, a Clínica da Mulher e da Criança custou R$ 448 mil e foi entregue há quase um ano.

O banheiro fica dentro de um consultório médico e, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, não é usado. Mesmo assim, um biombo foi colocado para “não possibilitar a transparência”.

De acordo com a Prefeitura de Marechal Cândido Rondon, o município cedeu o terreno para a construção da clínica e a obra era de responsabilidade da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano do Paraná (Sedu). A Secretaria informou que era responsável pela supervisão da obra e que os recursos eram da Secretaria da Saúde.

Ainda conforme a Sedu, o projeto é da gestão do governo anterior e as obras das clínicas começaram em 2007. O projeto é o mesmo para várias cidades do estado, mas a Secretaria não soube informar a quantidade de clínicas construídas neste formato.

A Sedu também afirmou que, na troca do governo, as falhas nos projetos foram constatadas, porém, como as obras já estavam em um estado avançado de construção, foi feito um acordo com os municípios para que eles realizassem as correções necessárias.

 

Ponta Grossa

Os banheiros de um centro poliesportivo, que está sendo construído em Ponta Grossa, também têm paredes de vidro. A obra é da mesma construtora do Conservatório de Música, que virou alvo de polêmica devido aos banheiros transparentes. O ginásio custou R$ 7 milhões e deveria ter sido entregue há quatro anos.

O G1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Comunicação e com a construtora, porém, não encontrou ninguém para falar sobre o assunto.

Já o Conservatório de Música, que ganhou destaque internacional,  foi inaugurado em dezembro de 2012 e levou dos anos para ficar pronto, com um custo de R$ 3 milhões.Além das paredes de vidro dos banheiros, ainda há outra curiosidade no prédio. As portas, que também são de vidro, colocadas no andar superior são saídas de emergência e estão à espera de uma escada do lado de fora.

Na quarta-feira (9),após a polêmica, películas de proteção foram instaladas nos banheiros do prédio. A história chegou a ganhar espaço no site do jornal britânico Daily Mail, que chamou os arquitetos de “atrapalhados”.

O Ministério Público abriu uma investigação, na terça-feira (7), para apurar possíveis irregularidades na construção. (Redação G1 Paraná)