Vereador apresenta documentos de exoneração, mas holerite de dezembro prova o contrário

Redação Anuncifácil

 

De acordo com o blog “Sem Censura”, do repórter Odair Matias que denunciou que dois vereadores ainda eram funcionários da prefeitura quando diplomados em dezembro de 2012, o que não permite a Lei Orgânica do Município, gerando cassação dos envolvidos, O vereador envolvido no caso, Bruno Magalhães veio a público e apresentou documento com protocolo da Prefeitura de Cornélio Procópio, onde mostra um pedido de exoneração feito por ele mesmo no dia 30 de novembro. 

O vereador salientou em entrevista que tinha conhecimento da Lei Orgânica do Município e seus impedimentos. Bruno afirmou categoricamente que o Boletim Oficial citado está errado e usou o termo “lambança” para explicar o que foi feito na oportunidade. Frisou ainda que não recebeu o salário de dezembro e nenhuma diária foi retirada neste período. Ele disse, segundo o blog “Sem Censura”, que procurou o Prefeito em exercício,  na oportunidade Vanildo Felipe Sotero e este lhe pediu desculpas pelo ocorrido. Vanildo teria dito que estava com um número excessivo de exonerações para publicar e não observou a virtual irregularidade.

Porém, o repórter Odair Matias contestou a versão do vereador e apresentou na manhã de sexta feira (22), documentos que contradizem a versão do vereador.

Segundo o repórter, a novidade veio de uma fonte segura que enviou documentos que provam que Bruno Magalhães e Rodrigo Marconsim (Pirulito) receberam diárias por duas vezes no mês de dezembro. Contestando de forma cabal o que disse o vereador em entrevista ao também repórter Amauri Brevilheri.

Odair ainda informou que fonte acrescentou aos documentos apresentados, o holerite do mês de dezembro revelando que os dois vereadores receberam salários no último mês de 2012.

Anteriormente, na entrevista Bruno frisou em alto e bom tom que não recebeu nenhuma diária no mês de dezembro. Acentuou ainda que não recebeu o salário de mês dezembro, mas conforme os holerites apresentados, a situação do vereador ficou complicada perante a opinião pública.

A grande interrogação fica por conta do documento oficial, retirado na prefeitura, apresentado pelo Vereador Bruno Magalhães, mostrando o seu pedido de exoneração, alertou o repórter.

Como dito a na matéria que apresentou o fato a sociedade procopense no dia 20/03, caba ao Ministério Público investigar o fato, como também a Câmara de Vereadores apurar a denúncia e se for provada a irregularidade, punir os envolvidos de forma exemplar para mostra a comunidade procopense que os elegeu, que estes vereadores que representam o povo, estão legislando a favor do cidadão comum e não o contrário, salientando também que os partidários fiquem de longe e não menosprezem o trabalho da imprensa, que é o de informar e denunciar casos que prejudiquem a população.