Trote custou mais de R$ 20 mil aos cofres públicos – Assista ao vídeo

Redação Anuncifácil

 

O trote foi feito na segunda-feira (29) e mobilizou as equipes por mais de duas horas. Por telefone, o homem contou aos bombeiros que o carro onde ele estava com a família tinha caído em uma ribanceira da BR-153.

Foram gastos na operação ao menos R$ 20 mil. Todos esses recursos foram viabilizados com o dinheiro público. Na tentativa de resgate foram mobilizados 35 homens, 12 viaturas sendo elas duas viaturas da Polícia Rodoviária Federal (PRF), quatro viaturas do Corpo de Bombeiros, quatro viaturas da Transbrasiliana, empresa responsável pelo trecho, uma da Polícia Ambiental e o helicóptero Águia da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

O homem também ligou para o Corpo de Bombeiros e durante as ligações, o soldado pergunta se o homem, que se diz chamar "Paulo", está ouvindo a sirene e ele diz que não. Ele então é questionado sobre o RG e diz que não se lembra. Ao ser perguntado sobre o telefone de casa, diz que não tem. Após isso, o policial pede para que ele repita as características no veículo.

Ao ser perguntado sobre o endereço, o homem informa que está com a cabeça doendo e não consegue passar as informações pedidas e que está ferido nas pernas, braços e costela. “A gente entrava em contato com ele para pegar mais informações, aí o bombeiro que estava no 193 verificou barulho de cachorro latindo ao fundo e achou estranho. A ligação caiu e ligamos 10 minutos depois para conseguir falar com ele e atendeu uma criança, que falou que o pai estava dormindo, foi aí que constatamos o trote. Depois o Copom disse que o número que ele estava ligando tinha efetuado alguns trotes na semana passada ao 190”, afirma o tenente dos bombeiros Orival Santana Júnior.

A falsa comunicação é caracterizada crime, prejudica o atendimento à comunidade, causa transtornos e prejuízo à iniciativa pública e privada. As polícias estão empenhadas em encontrar o homem, para que ele possa dar explicações sobre o que teria acontecido. Um boletim de ocorrência foi aberto para que as investigações pudessem ser iniciadas. Se encontrado, ele poderá responder por falso alarme, que configura contravenção penal. A pena para o crime é de um a seis meses de prisão. (Redação G1)

 

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