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Terror e tentativa de homicídio na noite de domingo no Distrito de Congonhas

Por Redação Anuncifacil -

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Terror e tentativa de homicídio na noite de domingo no  Distrito de Congonhas

 

De acordo com testemunhas, quatro indivíduos, em duas motos, moradores de Cornélio Procópio, foram até o Distrito de Congonhas, durante a noite de domingo (17), onde acabaram arrumando confusão por motivos banais. Querendo demonstrar força e valentia, com espírito de vingança, os meliantes retornaram a Cornélio Procópio, se armaram com revolveres e voltaram ao distrito, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra frequentadores de uma lanchonete, sendo o principal alvo, um morador no qual eles não conseguiram balear, apesar de atirarem a queima roupa e em seguida se evadiram, tomando rumo ignorado.

Aterrorizados, os moradores pediram auxílio ao SD Osni, um policial da ROTAM que reside no distrito, que estava de folga e este se prontificou em ajudar, fazendo valer o seu lema de “Proteger e Servir”. O PM, assistido de um colega de farda, o SD Boronelo, também residente no distrito, iniciou um acompanhamento tático atrás dos indivíduos e acionou a Polícia Militar de Cornélio Procópio que fez um cerco na entrada da cidade.

Neste meio tempo, os meliantes regressaram e novamente efetuaram disparos em frente à lanchonete, promovendo pânico entre os moradores do Distrito de Congonhas e logo após fugiram, tomando sentido a cidade de Cornélio Procópio.

Ao chegarem à cidade com suas motos, uma dupla de meliantes, um rapaz adulto e um menor de idade, tentaram escapar, entrando na contramão pelo Jardim Progresso, porém foram abordados e detido pelos policiais militares, que viram o momento que eles tentaram se desfazer de uma arma durante a perseguição. O Revólver calibre 38 foi achado pelos PMs com cinco munições deflagradas. Em revista pessoal, os policiais encontraram um papelote de cocaína em posse do adolescente de 15 anos de idade.

A segunda moto, igualmente com dois indivíduos, conseguiu furar o bloqueio, entrando na cidade em alta velocidade, cruzando a Avenida XV de novembro, passando por semáforos fechados, colocando suas vidas em riscos, como também de outros condutores e pedestres, sendo finalmente abordados próximos a Praça Brasil. Com eles nada foi encontrado, mas os soldados da Polícia Militar têm a convicção que eles estavam armados e se desfizeram do revólver ao passarem pelo bloqueio.

Um dos envolvidos, de nome Fernando, 22, mototaxista, diz que não brigou com ninguém e até ajudou a apartar a briga. O rapaz afirma que não estava armado, apenas levou um amigo,Michel, 19, até o Distrito de Congonhas e ao voltar para Cornélio Procópio, após a confusão, pensou em ser uma emboscada o cerco que a polícia fez na entrada da cidade e não sabendo o que estava acontecendo, fugiu para se proteger de pessoas na qual ele pensava que o esperavam para acerto de contas, avançando pela principal avenida da cidade em alta velocidade, até ser apanhado pelos PMs.

Dair, 21, desempregado, outro envolvido, condutor da moto detida nos arredores do Jardim progresso, acompanhado de um menor, se justifica declarando que foi agredido primeiramente pelos moradores de Congonhas com cadeiras e pedras e teve que fugir escondido e as pressas, sendo perseguido pelos moradores do distrito e por causa disso não parou no cerco policial, achando que seriam as pessoas que estavam em seu encalço na entrada da cidade. O rapaz também afirma que não estava armado e muito menos saber quem efetuou os tiros, do mesmo modo desconhecer se o companheiro de garupa estava em posse do revólver encontrado pelos policias.

Os quatro indivíduos, todos com passagens pela polícia foram encaminhados a 11º SDP, acusado do crime de tentativa de homicídio e posse ilegal de arma de fogo e estão à disposição das autoridades judiciais, presos no Setor de Carceragem Provisório (SECAT) da delegacia de Cornélio Procópio.

 


Redação Anuncifácil

 

Ouça o depoimento do SD Osni da ROTAM

Ouça os detalhes da ocorrência com o SD Jeferson da PM de Cornélio Procópio

Ouça a justificativa de Fernando, um dos acusados

Ouça a declaração de Dair, também acusado

Ouça o depoimento da primeira testemunha

Ouça o depoimento da segunda testemunha