Suposto membro do PCC é assassinado em Cambará

Foi morto a tiros nas imediações da rodoviária velha de Cambará (70 Km de Cornélio Procópio), na Rua Genaro Resende, Luís Antônio Marques (foto), 27, também conhecido como “Africano”, tinha 27 anos.

Luís Antônio levou diversos tiros de arma de fogo no peito, costas e braços, não resistiu e veio a óbito.

O meliante tinha diversas passagens pela polícia por furto e roubo.

Ele já havia ficado preso no Estado de São Paulo e no ano de 2014 foi preso em Cambará por ser foragido do sistema prisional do Paraná.

De acordo com informações, suspostamente ele seria do baixo escalão do PCC (Primeiro Comando da Capital), fação criminosa que age no estado de São Paulo, com ramificações em todo o país.

Luís Antônio era considerado como um criminoso de alta periculosidade.

Quando ficou preso na cadeia de Cambará, promoveu uma rebelião e em virtude disso foi transferido para a Penitenciária Estadual de Londrina.

Conforme informações do Investigador de Polícia Civil, Boaventura Neto, o elemento possuía contra si mandado de prisão em aberto pela 8ª Vara Criminal de Curitiba, pelo crime de Organização Criminosa, desde a data de 17 de dezembro de 2015.

Africano foi alvo da Operação Policial “Alexandria” (a maior operação policial já realizada no Brasil), promovida pela Secretaria de Segurança e que cumpriu centenas de mandados de prisão contra membros de uma facção que age dentro e fora dos presídios do Brasil. Todavia na ocasião, Luís não havia ainda sido localizado até ser morto.

Em Cambará a Operação “Alexandria” cumpriu um mandado de prisão contra um homem integrante da facção criminosa.

“Agora iremos focar nos poucos indícios de provas que o homicídio nos deixou e tentar o quanto antes identificar o(s) auto(res)”, salientou o Investigador. (Redação e foto NP Diário)