Sequestrador procurado pela polícia é preso em Jacarezinho
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Redação Anuncifácil
O Grupo de Diligências Especiais (GDE) da Polícia Civil da 12.ª Subdivisão Policial de Jacarezinho (90 Km de Cornélio Procópio), cumpriu mandado de prisão, expedido pela Vara Criminal da Comarca de Taubaté-SP e prendeu no final de semana um sequestrador que se encontrava foragido no município.
O sequestro foi em 2007 e tal operação foi coordenada pelo delegado-titular da 12.ª SDP, Marcos Fernando da Silva Fontes, bem como pela delegada Carolline dos Santos Fernandes.
Logo após o recebimento de uma denúncia anônima, que informava que o procurado pela Justiça encontrava-se andando pelas ruas da Vila São Pedro, iniciaram as diligências e localizaram Jusinei Duarte, 32 anos, que atualmente residia em Cambará (70 Km de Cornélio Procópio).
O condenado havia fugido da Penitenciária de Tremembé-SP, no início do mês de outubro de 2013. Duarte foi condenado pela Justiça Paulista pelo crime de extorsão mediante sequestro, que cometeu em julho de 2009.
Depois de recapturado, o foragido foi conduzido à delegacia de polícia, onde atualmente se encontra recolhido no Setor de Carceragem Temporária (SECAT) de Jacarezinho, à disposição da Justiça Criminal.
O sequestro
Depois de passar quase seis dias nas mãos de sequestradores, a empresária Aroni Aparecida Vieira, de 47 anos, foi libertada por policiais militares em 2007. Eles estouraram o cativeiro - uma chácara nas proximidades da rodovia Monteiro Lobato (SP-050), estrada que liga São José dos Campos a Campos do Jordão, no Vale do Paraíba (SP) e detiveram dois bandidos.
Após receberem denúncia anônima, conseguiram chegar até a chácara, numa região conhecida como Fazenda da Ponte Preta. Em um dos cômodos da residência, foram presos Jairo Sebastião Deodoro, de 37 anos e Jusinei Duarte, então com 25 anos. Ao serem detidos, os criminosos, que portavam uma pistola calibre 380 e dois carregadores, tentaram negar que estivessem mantendo uma vítima de sequestro na casa, mas em um dos quartos, cuja porta estava trancada, os policiais encontraram a empresária.
A empresária estava abalada psicologicamente e não conseguiu passar muitos detalhes aos policiais, mas afirmou que não foi agredida e se alimentou normalmente. Ainda segundo a polícia, a quadrilha já havia feito contato com parentes da vítima e exigido R$ 1 milhão. (Redação NP Diário)
