Rapaz é preso por desacatar policiais em vídeo gravado no celular, diz PM
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Redação Anuncifácil
Um rapaz de 24 anos foi detido suspeito de desacatar a Polícia Militar em um vídeo gravado pelo celular. O caso ocorreu em Apucarana, no norte do Paraná, na segunda-feira (9). Segundo a PM, ele fez comentários ofensivos contra os policias quando foi retirar uma motocicleta que foi apreendida por problemas na documentação. O rapaz assinou um termo circunstanciado e responderá ao crime de desacato em liberdade.
O porta-voz do 10º Batalhão da PM, sargento Daniel Rodrigo de Souza, contou que o rapaz fez as ofensas quando filmou o pátio do batalhão e principalmente, a equipe da Ronda Tático Motorizada (Rotam). Um policial viu o homem gravando e apreendeu o celular.
Ao checar os arquivos, foi encontrado o vídeo com as ofensas e o policial deu voz de prisão ao motoqueiro.
A PM informou que esse é o terceiro caso de prisão por desacato em Apucarana nos últimos meses. Em setembro, uma mulher foi detida após fazer um comentário ofensivo no Facebook. “Um rapaz teve seu veículo apreendido, e postou a foto numa rede social. Em um comentário, uma mulher, que descobrimos depois que era irmã dele, também escreveu palavras de desacato, com a frase 'PMs pig'”, contou o sargento Souza. Ela foi localizada e conduzida até a delegacia, onde assinou um termo circunstanciado.
Em novembro, um rapaz foi detido suspeito de desacatar a PM em sua página pessoal no Facebook. Segundo a polícia, ele fez comentários ofensivos contra os policiais após ter sua motocicleta apreendida por estar com o licenciamento e o seguro obrigatório do veículo atrasados. “Ele desacatou os policiais, xingou inclusive a família deles com algumas palavras que realmente não dá para repetir. E quando foi retirar a sua moto, recebeu voz de prisão”, explicou o sargento.
O sargento Daniel Rodrigo de Souza informou que a polícia seguirá fazendo um monitoramento nas redes sociais. Os casos de desacato que forem descobertos serão investigados. “Nós vamos continuar atuando e efetuando essas prisões por desacato. Qualquer palavra ofensiva contra o funcionário público torna-se desacato”, afirmou. (Redação G1 Paraná)
