Rapaz é preso em C. Procópio após furtar celular de funcionária do Posto de Saúde do Jardim Primavera
De acordo com o Sgt. Alves da Polícia Militar de Cornélio Procópio, na tarde de terça feira (17), a PM foi acionada para verificar uma situação a princípio de roubo, onde um rapaz teria se apropriado de um telefone celular de uma atendente do Posto de Saúde do Jardim Primavera.
Segundo o policial militar, após se deslocarem até o local e entrarem em contato com a vítima, que informou se tratar de um furto, os PMs iniciaram diligências e em posse das características do acusado, rapidamente logrando êxito em aborda-lo andando tranquilamente por uma rua da Vila Nova.
Ao ver a aproximação da viatura, o indivíduo que já é conhecido por outros furtos e por uso de drogas, teria tentado esconder o aparelho em baixo de um carro, o qual foi encontrado pelos policiais, relatou Alves.
Indagado sobre a situação, o acusado logo confessou que se apropriou do aparelho, mas negou tê-lo furtado, afirmado que o pegou apenas para uso pessoal, usando inclusive o seu próprio chip, que foi encontrado pelos policiais na capa do celular.
Diante do fato, ele foi detido, levado para reconhecimento e posteriormente encaminhado a 11ª SDP para os devidos procedimentos.
Na delegacia, o acusado, de nome Zé Carlos, 22, aparentando possuir problemas mentais, disse que foi até o Posto de Saúde para pedir seringas para a sua mãe, que se encontra doente e se aproveitou da desatenção da atendente, pegando celular.
Zé Carlos, também conhecido como “Netinho”, disse que estava fora da cidade e ao chegar na última quinta-feira, por não possuir trabalho, culpando a administração pública, praticou cerca de quatro pequenos furtos bem planejados, segundo ele, para sustentar o seu uso de drogas e demais dívidas.
Ele disse que não ataca pobres e idosos, mas não negou que se precisar, usa de violência na prática criminosa.
O Sgt. Alves orientou que caso alguém tenha sido vítima do indivíduo e tenho o reconhecido, favor procurar a polícia para dar seu depoimento, aumentando a chance do acusado ficar mais tempo na prisão e fora das ruas.