Professor de Curitiba diz ter visto pontos luminosos estranhos no céu
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Redação Anuncifácil
O professor Gustavo Granato, de 34 anos, enviou imagens para o G1 em que ele diz ter registrado pontos luminosos estranhos no céu de Curitiba. A foto foi feita por volta das 15h30 de domingo (20), no bairro Novo Mundo.
“Meu pai me ligou por volta das 13h e disse para eu [olhar para o céu] e tapar o sol com a mão que, em volta, eu ia conseguir ver vários pontos luminosos. Eu estava no Largo da Ordem quando vi pela primeira vez. Foi o melhor horário, o sol estava bem em cima, o céu bem azul, com vários objetos”, conta Granato. Ele diz que, até chegar à casa onde mora para registrar o fato, tinha se passado uma hora e meia, e a visibilidade dos pontos luminosos já era menor. “Diminuiu, mas era bem constante”, afirma.
De acordo com o professor, os pontos luminosos faziam movimentos contrários, paravam, aceleravam e mudavam de direção. “Como o zoom da minha câmera não tem grande alcance, não consegui captar os movimentos: um ia para um lado, outro para outro. É algo que não é comum”, relata Granato.
Ele ressalta que não está afirmando que o que viu foi necessariamente um disco voador, mas garante que visualizou “coisas estranhas”. “Foi algo anormal”, enfatiza. Enquanto tirava foto, o professor falava pelo telefone com o pai dele, que mora no bairro Água Verde e também estava vendo os pontos luminosos.
Granato diz acreditar em óvnis e extraterrestres. Ele lembra que quando era criança avistou um objeto não identificado no Balneário Gaivotas, no litoral do Paraná, durante uma pescaria noturna com os pais. “Vi um ponto brilhando no horizonte. Minha mãe disse que era um barquinho. Nós ficamos olhando, já que não tinha peixe. De repente, começou a levantar e fazer vários movimentos, ir para a diagonal. Meu pai falou que aquilo não era barquinho nem avião, que achava que era um disco voador. Saímos correndo de medo. Meu pai assustado e minha mãe chorando. Foi bem marcante”, relembra.
Apesar de acreditar em ETs, Granato nunca estudou a fundo a existência de extraterrestres e de objetos voadores não identificados, mas assiste a programas de TV que abordam o assunto. “Gosto de acompanhar”, diz.
Nota da redação: o meteorologista Fernando Mendonça Mendes, do Instituto Tecnológico Simepar, analisou às imagens e informou que, por meio da foto, não foi possível identificar nenhum fenômeno dentro da categoria de fenômeno óptico.
Já o editor da Revista UFO, Ademar Gevaerd, explicou que as imagens se tratam de obliteração solar – ao se filmar o sol colocando um anteparo em frente, os objetos ao redor ficam iluminados. No caso dessas imagens, ele acredita que os pontos luminosos são insetos que ficaram “intensamente iluminados”, conforme reforçou o editor, devido à obliteração solar. Ele informou que as imagens foram vistas por integrantes do grupo de análises da Revista UFO. (Redação G1 / Foto: Gustavo Granato)
