Polícia Civil prende acusados de assalto violento em Cornélio Procópio

Redação Anuncifácil

 

Aldemir Bento Da Silva, o “Cocada” e Claudemir Aparecido Vitalino, mais conhecido como “Japonês Preto”, foram presos preventivamente manhã de quinta feira (20), pelos agentes do Grupo de Diligência Especiais da Polícia Civil de Cornélio Procópio (GDE), acusados de praticarem um violento roubo no dia 7 de fevereiro, onde a vítima teve um costela quebrada e vários ferimentos no rosto.

No dia do roubo, a vítima relatou que estava nos arredores do Cemitério Municipal por volta das 23h, quando ia para casa. De acordo com o homem, ele foi abordado pelos acusado, que são seus conhecidos e com violência, levaram o seu cinto, o relógio, os tênis e aproximadamente R$150,00.

Segundo o Delegado chefe da Polícia Civil, Alysson Henrique de Souza, os dois presos já são velhos conhecidos. “Cocada” possuiu dois registros de furtos em residências contra ele e “Japonês Preto” saiu da prisão em dezembro de 2013, depois de cumprir pena.

Diante do relato da vítima e com o histórico criminoso dos acusados, o delegado chefe solicitou a Justiça mandados de prisão contra os meliantes, possibilitando a prisão.

Na delegacia, “Cocada” e “Japonês Preto” negaram o roubo garantindo que a vítima tem uma rixa pessoal contra eles.  Aldemir alegou ser catador de papelão e que no dia do ocorrido estava em casa descansando.

Claudemir também disse que estava em sua moradia, afirmando que deixou a marginalidade e hoje trabalha depois de passar por uma clínica, onde recebeu tratamento psicológico. Depois de cumprir pena, que segundo ele, por um crime que não comentou, Claudemir, morador da Vila Nova, baseia na sua inocência por estar recebendo R$1500,00 reais por mês em seu trabalho, não precisando roubar e pelo fato ser obrigado a estar em casa a mando da Justiça após certo horário.

Para os acusados não há provas contras eles e esperam que logo sejam soltos, porém o Delegado Alysson pensa diferente e vai qualifica-los pelo crime de roubo e agressão, agravado pelo fato de estarem em duas pessoas.