PM relata mais detalhes sobre o assassinato ocorrido no Conjunto Mutirão II, em C. Procópio
De acordo com o SGT Alves da Polícia Militar de Cornélio Procópio, na noite de quarta-feira (13), enquanto atendiam a uma situação de homicídio em uma área de invasão próxima a Vila Moreira por volta das 21h da noite de quarta-feira (13), que vitimou o jovem Matheus Henrique Carvalho Pedro, 18, também conhecido como “Gaguinho”, que recebeu vários disparos de arma de fogo, novamente a PM foi acionada para atender uma nova ocorrência de homicídio, desta vez na Rua Clarice Lispector, no Conjunto Mutirão II.
Diante do fato, as equipes se dividiram e parte delas foram até o local, onde se depararam com um homem alvejado por dois disparos de arma de fogo em frente a uma casa, identificado como Irineu dos Santos, de 60 anos de idade, também com passagens pela polícia.
Ainda no local, no momento em que a equipe chegou, os policiais encontraram um rapaz suspeito ter praticado o homicídio contra Mateus na ocorrência anterior, próximo ao corpo, dizendo “mataram meu avô” e como os PMs já estavam de posse de todas as informações, o mesmo foi detido para averiguações.
Uma segunda pessoa, parente próximo da vítima, que teria chegado ao local, também foi detido e ele estaria com Mateus, à vítima do outro crime momentos antes.
O autor dos disparos contra o Sr. Irineu, teria sido seu irmão, devido a um dívida de uma casa que eles estariam vendendo, segundo relatou um familiar, que chegou a ouvir quatro tiros efetuados.
Uma equipe do SIATE esteve no local, mas nada pude fazer, pois o Sr. Irineu já havia entrado em óbito, morte constatada por um médico do SAMU, que também se dirigiu ao local.
A PM não descarta a possibilidade dos dois crimes estarem relacionados, visto que os envolvidos são parentes entre si e as mortes ocorreram em um curto período de tempo de um para a outra.
Investigações ainda estão sendo feitas, contando com o apoio da população através de denúncias, finalizou o SGT Alves.
Cabe salientar que nas duas ocorrências, a equipe de reportagem não teve acesso sobre os ferimentos das vítimas, pois os funcionários do SAMU não estão autorizados a darem entrevista e não entendemos por qual razão, visto que é um serviço paga pela própria população, que anseia por mais informações.
Ouça a entrevista com o SGT Alves da PM: