Mulheres do 18º Batalhão da PM recebem palestra de prevenção ao câncer de mama em Cornélio Procópio

Na noite da última terça feira (23), foi realizada uma palestra sobre prevenção ao câncer de mama junto às policiais femininas do 18º Batalhão da Polícia Militar.

O evento aconteceu às 21 horas, na sede do 18º BPM, em Cornélio Procópio o conteúdo foi ministrado pela enfermeira Claudiane lotada na Secretaria Municipal de Saúde da cidade.

Com ela esteve engajada na palestra a convidada Roseli, uma paciente que no momento enfrenta o Câncer de Mama.

Foram abordados assuntos importantes como a prevenção e necessidade do autoexame, além dos exames periódicos,

Aas policiais militares também receberam orientações quanto à reação no momento do diagnóstico da doença, como agir e passar pelas mudanças advindas com o tratamento; por exemplo, a queda do cabelo.

Na oportunidade foi demonstrado, através de uma das participantes, como deve ser feito o autoexame, bem como esclarecidas dúvidas e curiosidades das participantes em relação à doença.

O câncer de mama é tipo o mais comum entre as mulheres, depois do de pele não melanoma. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama responde por cerca de 25% dos novos casos registrados anualmente da doença. Pesquisa divulgada pelo Inca para o biênio 2016-2017 aponta a ocorrência de 57.960 mil casos novos de câncer de mama no país em 2016.

Apesar de os números serem grandiosos, o câncer de mama é um tumor curável, em até 98% dos casos, se detectado na fase inicial, reduzindo significativamente a necessidade da mastectomia (retirada dos seios), tão temida pelas mulheres.

Somente o exame de mamografia pode mudar a curva da doença. Uma das barreiras para a detecção precoce do câncer de mama é o medo. Muitas mulheres têm receio do exame e demoram a procurar orientação médica para realização da mamografia.

No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres entre 50 e 69 anos, ou antes, disso caso haja histórico familiar de câncer de mama ou a indicação do profissional de saúde. (Com informações da Fundação do Câncer).