Motorista citado em ocorrência alega que retirou a placa de sinalização do rotativo por esta estar irregular e envia foto para comprovar

Um motorista de Cornélio Procópio procurou a redação do Portal Anuncifácil para contestar o relatório da Polícia Militar divulgado na segunda-feira (20), que relatou uma situação de “Dano ao Patrimônio” na última sexta-feira (17), onde consta, segundo o fiscal do Rotativo Zona Azul, que ele teria retirado uma placa de sinalização na Rua Anchieta, na área central e colocada em seu carro, alegando que não poderia ser notificado pelo fato daquele local não haver a devida informação sobre o estacionamento pago.

Conforme relato do motorista, que possui um comércio nas proximidades, não houve confusão, a conversa inicialmente foi com uma funcionária do rotativo, que foi de forma cordial e o que está descrito no relatório da PM não condiz com a realidade dos acontecimentos.

Ele afirma que em nenhum momento foi citado no boletim de Ocorrência sobre alguém ocultar placa para usar como subterfúgio e não ter sinalização.

O motorista alega que a placa foi retirada pois estava atrás de uma árvore, fora do devido local e longe do lugar que foi feita a notificação, escondida por galhos.

Ele descreveu que a placa não foi retirada para alegação de não sinalização e sim de local indevido, estando esta atrás de obstáculos e sem a sinalização secundária no chão, como mostra a imagem enviada, no início da esquina e não a quinze metros pós local devido, caracterizando segundo o Código de Trânsito Brasileiro , sendo isto constatado pelo Policia Militar que esteve com ele e relatado no Boletim de Ocorrência do dia 17/02.

A poda da árvore não é feita pela prefeitura ficou e sim de responsabilidade da empresa que administra o rotativo, informou o comerciante após se informar.

De acordo com ele, baseado nas Leia de Trânsito e do Consumidor, que afirma conhecer, fez a retenção da placa para que outros motoristas não fossem lesados, por se tratar de um serviço pago e que já havia notificado às autoridades, relatou.

Para ele não se trata de um caso de polícia e sim em relação do Departamento de Trânsito, sendo o Boletim de Ocorrência confeccionado para registrar o fato, não havendo denúncia tanto de uma parte como da outra, muito menos o referido Dano ao Patrimônio, como divulgado.

Ele disse ainda, que durante a conversa com a funcionária, que reafirmou que foi de forma amigável, ela sim foi destratada por seu superior, o fiscal da empresa, ao contatá-lo para informar sobre o caso, sendo este desagradável e despreparado, segundo o comerciante.

Então ele acionou a PM para registrar o caso, sendo a placa levada e entregue na delegacia, na presença dos policiais militares que acompanharam a ocorrência.

O fiscal teria comparecido a delegacia, mas não se identificou como o atendente superior áspero e ríspido que destratou ele e a funcionária anteriormente, via telefone. Informou o comerciante.

A placa foi recolocada, mesmo esta estando em local indevido e escondida pelas árvores, persistindo o erro que ainda não foi corrigido e ele espera que o problema seja logo resolvido, citando artigo que rege a lei de estacionamento mais o artigo 90 do CTB, que também rege os direitos do usuário.

O comerciante finalizou que há outros problemas em relação ao trânsito de Cornélio Procópio que já foram registrados na prefeitura e ourtros órgãos, que ele e demais pessoas o fazem para melhorar a cidade.

Cabe salientar que todos os dias, menos aos finais de semana, a Polícia Militar, através do seu setor de comunicação, envia para os órgãos de imprensa as várias ocorrências atendidas nas últimas vinte quatro horas e nas segundas feiras, as situações que aconteceram nas sextas-feiras, sábados e domingos.

Cabe a nós redatores corrigirmos os erros de gramática ou digitação que possam existir, dar um sentido aos textos, que em sua maioria vêm caracterizados com linguagem policial para que fique de forma mais clara aos leitores e divulgar, não ocultando informações e não divulgando nomes quando se trata de ocorrências simples.

O cidadão que se sentir lesado ao estar envolvido em alguma situação divulgada, este deve seguir o exemplo do comerciante, que procurou o site para dar a sua versão do fato e certamente publicaremos sem o menor constrangimento, pois isso é uma das nossas responsabilidades como meio de comunicação.

Só ressaltamos que as informações são da Polícia Militar e quando houver qualquer tipo de coação ou extorsão, imposição arbitrária, arrogância e autoritarismo, repressão, censura, falta de respeito e desprezo com o profissional da imprensa e com demais envolvidos, além de afirmação desprovida de verdade, cabe a nós o direito de não nos retratarmos devido a tais imposições, que vão contra o Direito Constitucional de Imprensa.