Jovem supostamente pula da passarela da Rua Marechal Deodoro, no centro da cidade
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Redação Anuncifácil
Uma jovem de 19 anos de idade supostamente teria se jogado da passarela de ferro da Rua Marechal Deodoro na noite de domingo (14), no centro de Cornélio Procópio.
Socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do município (SAMU) foram acionados e segundo a enfermeira Bruna, a jovem estava consciente, porém alcoolizada, apresentando escoriações pelo corpo e fratura fechada em fêmur e joelho.
Algumas pessoas que estavam presente no local informaram que a garota pulou da passarela, mas todos estavam alcoolizados e os comentários eram confusos, não confirmando o fato, declarou a enfermeira.
Questionada, a jovem de nome Gessica, não soube dizer o que aconteceu, somente falava que amava muito a mãe.
Após ser atendida pelos socorristas do SAMU, a vítima foi imobilizada e conduzida ao pronto socorro da Santa Casa local.
Este local, uma via ao lado da Rua Marechal Deodoro, praticamente em frente à antiga estação ferroviária se tornou um gueto de desocupados de várias idades, que se reúnem para usarem bebidas alcoólicas e outras substâncias. No madrugada do dia 7, um domingo, o SAMU foi acionado para atender a uma jovem que havia ingerido muita bebida e entrou em coma alcoólico.
Enquanto o SAMU fazia o atendimento, os frequentadores da tal via se divertiam fazendo posses para as fotografias ao lado dos socorristas e da moça que estava em uma situação lastimável, provando que o sentimento de humanidade não esta presente na educação desta pessoas.
A Rua Marechal Deodoro é o “marco zero” da cidade, o município nasceu e se desenvolveu a partir daquele ponto graças à saudosa estação ferroviária e até príncipes por ali passaram.
O local tem uma história e se remete aos pioneiros, mas hoje se encontra abandonada e virou o refúgio de várias classes inferiores da sociedade, como viciados, traficantes e prostitutas que se encontram durante as madrugadas para compartilharem sua vida sem sentido e somente um estudo detalhado de revitalização urbana poderia sanar o problema.

Ouça mais detalhes sobre o atendimento a vítima com Bruna, a enfermeira do SAMU