Investigador da Polícia Civil conta detalhes sobre crime na linha férrea que chocou a população de Cornélio Procópio
De acordo com o investigador Christiam Iuki do Grupo de Diligências Especiais da 11ª Subdivisão da Polícia Civil de Cornélio Procópio (GDE), uma das primeiras pessoas a chegarem ao local deste novo crime na cidade, que chocou a população na manhã de quinta-feira (2), o corpo de Nilda Eleani de Carvalho foi encontrado com sinais de estrema violência e só foi possível a sua identificação a princípio, graças a seus documentos, que foram localizados nos arredores.
A cena chocava, a vítima estava coberta de sangue e sofreu vários traumas na face, inclusive a arcada dentária superior foi partida ao meio em decorrência da violência praticada pelo criminoso, que possivelmente usou pedras para assassinar a mulher, informou o investigador do GDE.
Segundo Iuki, o corpo foi encontrado seminu, sem as partes de baixo das vestes, indicando um crime de natureza sexual ocorrido durante a madrugada, mas o fato só pode ser comprovado após exame no Instituto Médico Legal de Londrina (IML), para onde o corpo foi levado, sendo aguardado o laudo de necropsia para confirmar se ouve o estupro ou não.
O investigador não soube informar se o crime ocorreu no local ou se o corpo foi levado para a linha férrea após a vítima ter sido morta, mas investigações já estão sendo feitas e a Polícia Civil conta com denúncias ou informações que possam levar a um suspeito, finalizou o investigador Christiam Iuki.
Nilda Eleani de Carvalho tinha 48 anos de idade, era solteira e natural da cidade de Uraí, mas atualmente residia em Cornélio Procópio, sendo funcionária pública, trabalhando como zeladora designada para o Tiro de Guerra 05-002, onde fez muitos amigos.
Ela tinha curso superior passando pela Unopar Universidade e UTFPR, fazendo Pós-Graduação Educação Especial em UNEAC e defensora dos direitos dos autistas.
