Ciganos, pirataria e excesso de lixo nas ruas preocupa Associação comercial de Cornélio Procópio

Redação Anuncifácil

 

De acordo com Celso Marim, Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Cornélio Procópio (ACICP), são inúmeras as reclamações de lojistas, dos mais variados seguimentos do comércio local, sobre problemas pontuais que deveriam ser solucionados pelas autoridades do município.  Entre os mais discutidos está a ciganagem.

Em entrevista a este repórter, Celso fez um apelo em nome dos comerciantes da cidade, pedindo a providências quanto a estes problemas que estão afetando o comércio.

Alguns comerciantes acusam as ciganas de proporcionarem constrangimentos aos clientes nas portas de suas lojas, com abordagens indiscretas, chegando ao ponto destes clientes desistirem das compras pela inconveniência. 

Celso Marim reclama que existe um acampamento permanente de ciganos na cidade.  A situação é atípica, pois geralmente eles agem de forma itinerante nas regiões visitadas. Segundo informações não oficiais, eles ocupam um terreno público de maneira recorrente em nossa cidade, sem qualquer tipo de fiscalização.

Outro ponto complicado para os comerciantes, é a venda de CDs e DVDs piratas nas calçadas.  Concorrência informal e principalmente desleal.  Quem paga impostos, aluguéis e gera oportunidades de emprego, deveria estar sendo protegido pelas autoridades o que, segundo os reclamantes, não está acontecendo de forma eficiente.

De acordo com as informações, na maioria das vezes, são pessoas de outras cidades que se aproveitam da falta de fiscalização nas ruas de Cornélio e acabam faturando com produtos ilegais em detrimento ao comércio local.  Celso Marim lembra sobre os prejudicados: “trata-se do maior gerador de empregos e oportunidades da região.”

O presidente também reforçou que o depósito de caixas de papelão recolhidos por trabalhadores para a reciclagem, deveriam ser depositados de maneira mais velada e não empilhando nas esquinas de qualquer maneira. De acordo com ele a prática destes trabalhadores deixa uma aparência negativa no centro da cidade. (Reportagem de Odair Matias)