Redação Anuncifácil

 

O promotor público, João Eduardo Fonseca, veio a público esclarecer algumas dúvidas que surgiram sobre a real situação dos detentos da Cadeia Pública de Cornélio Procópio após uma rebelião que ocorreu nó último dia 2 de gosto.

De acordo com o promotor, com a mudança no sistema administrativo do mini presídio que antes era gerenciado por policiais civis e passou a ser dirigido pela Secretaria de Justiça, alguns costumes mudaram, a começar pelos agentes penitenciários que não usam armas.

Anteriormente a alimentação dos detentos era feita no próprio local, com um cardápio escolhido conforme a necessidade e com a nova administração, esta agora é distribuída por uma empresa especializada contratada pelo Estado e até o momento não apresentou nenhuma falta de qualidade, porém os detentos que estavam acostumados com a comida feita pelos policiais estranharam.

Outro fator que teve mudança foi à segurança do local, onde ações são realizadas periodicamente para evitar que drogas, celulares e outros objetos entrem no nini presídio, obtendo resultados satisfatórios, o que gera descontentamento entre os detentos, principalmente nos dias de revista nas celas.

Para o promotor os presos devem se conscientizar de sua situação, eles não são pessoas comuns que podem fazer o que quer conforme os seus pensamentos e vontades. Agindo de forma arbitrária, tentando se opor de forma agressiva só piora a sua vida dentro da prisão e eles tem sentido isso na “própria pele”, com o corte de regalias devido ao mau comportamento, mas mudando a sua postura e respeitando os agentes penitenciários, certamente os benefícios irão voltar gradativamente.

O promotor encerrou salientando que no país existem leis e que estas devem ser cumpridas independente da vontade dos detentos e seus familiares que cobram do poder público um tratamento mais brando, exigindo que alimentos que são proibidos possam ser entregue seu parente preso, mas as regras dentro do mini presídio vão continuar para manter a ordem e a segurança dos detentos e dos funcionários que administram a cadeia pública de Cornélio Procópio.