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    » Homem jura que “virou” gay depois de tomar analgésico



    Redação Anuncifácil

     

    Existe uma grande discussão na Medicina e na Psicologia se a homossexualidade seria algo genético ou um tipo de comportamento condicionado pelo meio. Apesar de não haver um consenso de como ela existe, muitos acreditam que não é possível “virar” ou uma coisa ou outra, isto é, tornar-se gay ou hétero de uma hora para outra.

    Scott Purdy, de 23 anos, discorda dessa última afirmação. Após quebrar o pé em um acidente de kart, Purdy precisou tomar remédios à base de pregabalina, um fármaco indicado para dores intensas, convulsões, fibromialgia e ansiedade. Segundo o jovem, pouco depois ele parou de se interessar pela namorada, com quem estava há 6 meses, e passou a ter desejos homossexuais.

    Desconfiado que a medicação poderia ter feito ele “virar” gay, Purdy parou com o remédio. Os impulsos homossexuais cessaram, mas a dor voltou. Disposto a ter uma vida mais libertadora e livre das dores, Purdy resolveu assumir a nova sexualidade, já que se sentiu tranquilão com ela.

    O próximo passo foi conversar com a namorada, que segundo ele foi bastante compreensiva. “Eu disse a ela: ‘Eu realmente não sei o que está acontecendo comigo. Agora eu gosto de homens e não posso ficar com você’”, explicou o novo gay do pedaço. O mais curioso é que ele também alega que se soubesse antes que “viraria” gay com o remédio jamais iniciaria o tratamento, mas agora que “já aconteceu”, é melhor que continue assim, pois ele está feliz com sua nova orientação.

    Vendida aqui no Brasil sob os nomes comerciais Lyrica (laboratório Pfizer), Prebictal (Zodiac), Prefiss (Farmoquímica), Dorene (Aché), Preneurin (Merck) e Proleptol (Medley), a pregabalina também pode ser encontrada em medicações genéricas e apresenta alguns efeitos colaterais – como toda medicação. Nenhum desses efeitos, entretanto, seria capaz de alterar a sexualidade. Já a diminuição da libido é considerada um efeito raro, atingindo menos de 1 a 10% dos pacientes.

    Efeitos colaterais raríssimos, isto é, afetando menos de 0,1% dos pacientes, incluem transtornos de personalidade, delírios e distúrbios do sono. Scott Purdy alega que não está bravo com a medicação, já que ela o libertou e o “tornou” muito mais feliz agora na condição de homossexual. Que coisa, não? (Redação Mega Curioso)


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