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    » Conheça a “mãe de todas as bombas”, a bomba lançada pelos EUA contra o ISIS



    Redação Anuncifácil

     

    Se você está acompanhando as últimas notícias sobre as últimas ofensivas contra o Estado Islâmico, então deve ter visto que o Pentágono anunciou ter lançado a “mãe de todas as bombas” na província de Nangarhar, uma região rural situada no noroeste do Afeganistão, com o objetivo de destruir cavernas e túneis utilizados por rebeldes do grupo extremista.

    Ainda não foram divulgadas informações sobre o sucesso da ofensiva ou a respeito da magnitude da destruição no local. Entretanto, considerando que os militares norte-americanos optaram por lançar um artefato apelidado de “mãe de todas as bombas”, a coisa deve ter sido violenta! Mas, e essa bomba aí? O que sabemos com relação a ela?

    De acordo com as informações liberadas até o momento, o artefato lançado em Nangarhar foi levado até lá a bordo de uma aeronave MC-130. Além disso, pelo que se sabe, a “bombinha” media mais de 9 metros de comprimento e transportava uma quantidade de explosivos capaz de gerar uma explosão equivalente a 11 toneladas de TNT. Então, pense no estouro que ela não provocou!

    Desenvolvida em 2003 por Albert L. Weimorts Jr., do Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos EUA, a GBU-43/B consiste no maior dispositivo convencional, isto é, não nuclear, do arsenal norte-americano. O artefato foi projetado durante a Guerra do Iraque e chegou a passar por testes na época, mas jamais havia sido utilizado em combate — até agora.

    A GBU-43/B conta com 9 metros de comprimento — conforme mencionamos anteriormente — e pouco mais de 1 metro de diâmetro, e costuma ir carregada com um explosivo chamado H6, que consiste em uma mistura de RDX (ciclotrimetileno-trinitramina), TNT e alumínio. Além disso, o artefato é guiado por meio de sistemas de GPS.

    Curiosamente — ou assustadoramente —, os russos desenvolveram uma bomba para rivalizar com a GBU-43/B. Apelidada de “pai de todas as bombas” (original, né?), a versão russa seria quatro vezes mais potente que a norte-americana e produziria uma explosão equivalente a 44 toneladas de TNT. No entanto, graças ao uso da nanotecnologia, as dimensões do artefato russo são menores, apesar de apresentar um raio de destruição duas vezes maior que o de seu rival. (Redação e fotos Mega Curioso)


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